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Tell Me Why - Jauh di mata dekat di hati? Tebes ka lae ;) Official Video Out Now, by Kiakilir Dalia & A-Takur ©SilentVoice Pictures Productions 2019. �� Homemade video. Hope to keep you entertained �� Music in 3 languages, Bahasa indo, English & Tetun. Enjoy Lovers❤
TAMA LIU MAI BAINAKA SIRA, BEM VINDO E OBRIGADA PELA VISITA!

Ksolok

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Hanesan Aban Loron Laiha


Wainhira loron hamanas ita,
Wainhira fitun Leno ita,

Taka matan ba mundo, husik ita nia isin nakonu ho naroman ho loron no fitun...

Husik nia semu tuir nia sentimento, sentimento nee mak haburas ho Domin, haburas ho Dame...

Tuir nia dalan, dalan nee mak nem matan ida capaz atu hetan, dalan nee... so ho laran mak hare, ho laran mak kona, ho laran mak sinti...

Wainhira hetan nia...Momento nee muda ita nia aan, ita nia isin...
Halo nakonu ho Domin, nakonu ho kaan ba ita nia aan...

Wainhira loron hamanas ita,
Wainhira fitun leno ita,
Ita hetan nia... kaer metin...hakuak metin...haksolok nia,
Hanesan aban loron laiha...

husi Dalia Agostinho
25 Julho 2011
hare video iha youtube

terça-feira, 14 de agosto de 2012

O Medo da Mudança, a evolução da mente na sociedade

O Medo da Mudança

"A nossa realidade mudou, o que era tido como verdade ontem, hoje é questionado, amanhã será superado."

Estamos num tempo em que a evolução da mente numa sociedade tem um papel significante na nossa cultura. Junto de discursos, que tentam decifrar  o  enigma  da  mentalidade  humana,  estão  as  narrativas  normatizadoras  que  se posicionam para o acompanhamento da evolução da sociedade.

A mídia neste caso, tem um papel fundamental, pois atraves dos mídia a informação sobre a actualidade e realidade na sociedade em que vivemos é contribuidora e influencia de uma forma ou de outra  a capacidade de raciocinio de cada individuo. 

Ao nascer, mergulhamos numa sociedade com valores e ideais que não podem  ser  modificados  com  facilidade,  pois  são  vividos  coletivamente. "David Émile Durkheim" (sociologista Frances) diz que não existe uma forma de nascer fora da sociedade. Com isso, se nascemos em família e sob todos os valores que a compõe, temos um único caminho que é o de viver conforme os valores partilhados por ela em sociedade, sendo que a família é a instituição representante dos valores morais dessa coletividade. Mas, ao mesmo tempo, "Durkheim" entende que "por mais que o indivíduo nasca no ambiente recheado de factos sociais, isso não quer dizer que este se mantenha sempre preso a tais regras e que não as possa modificar", ou seja, os  factos  sociais, a   coagem  dos  indivíduos a adopção de determinados tipos de condutas, seja na maneira de ser, com imposição de dogmas e regras morais, seja na maneira de actuar no mundo com opiniões baseadas na experiência do senso comum podem ser adaptadas a medida em que o tempo avança. 

Um dos grandes desafios dos nossos actuais líderes, os “pais” determinantes desta nova geração é a refundamentação da mente conforme a realidade do País. Além da visão crença, ou o conhecimento do seu dominio governamental, a nova geração precisa de uma mentalidade verdadeiramente transformada e enraizada.

O tempo avança, e em ritmo acelerado , as transformações vão ocorrendo a todo instante e as informações sendo actualizadas a cada minuto. A cada dia que passa a mentalidade da sociedade enfrenta um grande desafio, o desafio em adaptar-se a uma realidade actual que  é completamente diferente do passado e esta nem sempre é recebida da melhor forma, mas é totalmente compreensivel uma vez que vivemos numa sociedade que de base ja tem fundamentalizada os seus valores ideais tradicionais, culturais e sociais, pelo que existe a necessidade de dar tempo ao tempo.

  • A nossa realidade mudou, o que era tido como verdade ontem, hoje é questionado, amanhã será superado. 

Um exemplo de referencia notou-se aquando da  implementação da Política de Língua Materna baseada nos relatórios do Governo de Timor-Leste e de outros países, acerca dos benefícios de utilização das línguas maternas nas escolas, em que esta implementação não foi bem aceite por parte da sociedade por varios motivos das quais considero que o principal seja "O medo da Mudança" uma vez que estamos perante uma sociedade que ja tem enraizada os seus valores e as suas ideias.

De acordo com a Constituição de Timor-Leste, o tétum é a "língua nacional" , com a qual partilha o estatuto de "língua oficial" juntamente com o Portugues. Existem ainda "línguas maternas" em Timor-Leste, como por exemplo: ataurense, baiqueno, becais, búnaque, cauaimina, fataluco, galóli, habo, idalaca, lovaia, macalero, macassai, mambai, quémaque e tocodede. Perante esta realidade existiu a necessidade de implementar o programa (EMBLI) “Edukasaun Multilinge Bazeia ba Lian-Inan” em Portugues "Educação Multilingue Baseada na Lingua Materna" com vista a melhorar e ajudar a criança na primeira fase em que entra no ensino primario, tendo conhecimento que a taxa de aprendizagem e conforme estatisticas comprovadas, as crianças  adaptam-se mais facilmente e aprendem melhor na sua lingua materna a lingua que falam em casa, com os pais, com a familia e amigos, sendo que em Timor  existe mais do que uma.

Em pesquisa dentro do âmbito em si, a exposição a um segundo idioma na primeira infância traz vantagens cognitivas que beneficiam de forma significativa atraves da  inclusão da própria língua materna. Ainda que a criança pequena não entenda as letras das músicas e o significado das palavras, a mera audição desenvolverá em diversas regiões do cérebro os canais neuronais apropriados à aquisição posterior da língua. 

A proposta da lingua materna estimula o desenvolvimento da competência linguística da criança desde a Educação Infantil, não apenas através da fala, da leitura, da escrita e da compreensão, mas também do domínio da terminologia intelectual escolar peculiar às disciplinas do currículo escolar. Um diferencial que forma alunos competentes desenvolvidos e melhor preparados para o futuro académico.

Devemos despertar em cada um o espírito pesquisador aventureiro e inovador, que para que ele mesmo seja o constructor de nosso proprio conhecimento. Só assim as mudanças podem ocorrer para não ficarmos perdidos no tempo, pois teremos condições de reflectir e procurar novas informações para acompanhar os acontecimentos da época.

por Dalia Agostinho
Terça-Feira 14 de Agosto de 2012

sábado, 11 de agosto de 2012

Eu escrevo para mim

 Retrato de um Momento!
Não para ti...

Muitas vezes sinto a necessidade de ser eu mesma, falo o que o meu coração sente, e sinto o desejo de o ouvir, de me silenciar, e tentar entender os meus pensamentos. E confesso, não são sempre submissos a minha mente, ou a minha vontade, porque não aprendi a dominá-los completamente. Eu sinto uma paz e uma serenidade que me invade, e penso o que é bom, o que é honesto, penso em tudo o que é amável, mas há momentos na vida em que erro, o que me faz pensar que sou fraca, e nestas alturas não consigo, fico estática, fico pequena e vejo a luz tão longe de mim em que mesmo vendo a olho nu (tenho medo de perder a fé e a coragem de seguir em frente)... no entanto ergo-me e sendo assim caminho...

Porque, o meu coração está  cativo, apenas quer acreditar naquilo que vê, embora acredite mais naquilo que sente. Então olho para trás, quando devo seguir em frente. E dói, dói quando não entendo. E é fácil de assumir e procurar razões que podem não existir. E eu procuro, e procuro para aliviar a ansiedade do que é feito aqui. E nesta longa procura, oiço a voz de Deus que me diz: "A vida é como uma rosa com espinhos, nela caminhamos, sorrimos, envolvemo-nos e aprendemos a amar". A fuga que prende no meu peito descansa nos braços do "Pai"!

Não quero viver de luxurias, satisfações e desejos, escrevo porque na escrita encontro o conforto que tanto anseio, e entre as linhas das minhas palavras me aconchego. Há quem diga "Faz o que sempre gostas de fazer, sem medo, sem exitações nem preocupações", logo entendi que de facto isto tem o seu sentido, simplesmente porque Faz Bem a Nossa Alma,  mesmo não tendo a obrigação de escrever, assim continuarei ... Não ditarei apenas o que é bonito e não vou procurar apenas palavras para falar da beleza da vida, citarei o que observo, o que sinto, o justo e o injusto, o bonito, ou o feio, o bom ou mau.

Esta sou eu, sem preparação, simples, e imperfeita, com falhas em certas proporções. Eu vejo, oiço, sinto, rio, magou-me, sangro, choro, amo e até mesmo odeio, e por vezes demasiado, mas este é o sentido da vida humana, é real , é a nossa vida, o nosso ser, a nossa humanidade, se acontece comigo, acredito que aconteça o mesmo outros, somos humanos,  não podemos julgar-nos uns aos outros pois vivemos no mesmo mundo, na mesma vida com o mesmo sentido, o sentido da VIDA! Gosto de escrever e, aparentemente, há quem goste de Lêr!.

Quer seja que leias na minha escrita seja engraçado, inspirador, interessante ou mesmo desinteressante, sempre questiono "o que vai na mente de quem lê", posso imaginar mil e um pensamentos e ate ja me chegou aos ouvidos ("Hare para ona ho o nia buat hakerek ne!" - na minha lingua em tetum de Timor) traduzindo para Português "Ve se paras de escrever!"  mas porque? eu escrevo para mim não para ti,  és livre em ler e fazer o que mais te convêm e tambem és livre de desgostar e de expressar a tua opinião, no entanto não te cabe a ti em impedir nem impor condições pura e simplesmente para satisfazer o teu ego. Em contrapartida há quem não pense desta forma e de uma forma positiva e constructiva faz chegar a sua opinião, o que valorizo, respeito  e considero e agradeço de coração, de qualquer das formas ambos são formas que encaro como uma maior força para escrever e continuar a escrever.

Aqui me refugiei aqui me descobri, aqui me encontrei . E escrevo, escrevo para mim e para mim escrevo, e escrevo sem fim, pois Eu escrevo para Mim não para Ti!

por Dalia Kiakilir Agostinho
Sabado, 11 de agosto de 2012

Words


Words, are just words ...
Filled with feelings,
emotions or regrets.
They say most of what you think,
behind the lines between the lines,
a heart ...
Which brings up,
of being itself.

Words are at a play
dance they are
a poem of love or pain,
an old tale, that counts
stories of life in common
so many dreamers
living to die of love
Loving within their hearts
Showing what words can't say,
Words, are just words ...

by Dalia Agostinho
August, 08 2012

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Dalia Kiakilir "My Self"

“ Ohin hau pinta aban ho perspektiva matak, ho larametin katak realidade bele mosu hanesan iha hau nia mehi! ”  Dalia ,    Was b...